Uma pesquisa inédita desenvolvida em universidades públicas de Minas Gerais está utilizando a inteligência artificial para ajudar a identificar pessoas com a doença de Chagas que ainda não sabem que estão infectadas.
Por meio da análise de eletrocardiogramas realizados na rede pública, cruzados com dados epidemiológicos, o sistema contribui para o diagnóstico precoce e já ajudou centenas de pessoas em Minas Gerais, incluindo uma moradora de São Sebastião do Oeste.
A reportagem exibida mostra como a inovação pode transformar vidas, ampliar as possibilidades de diagnóstico e reforçar a importância de estar atento aos sinais do corpo.
Confira a entrevista e conheça essa história que destaca o papel da ciência, da tecnologia e da prevenção na promoção da saúde



